terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Julia e as panelas, Julie e a internet

Depois de algum tempo esperando o filme, espectativas à parte eu achei o filme ruim, mal dividido nos tempos...
Pois bem, Julie & Julia! Filme baseado em fatos, a respeito da vida de Julia Child, para quem não sabe, a primeira mulher americana a incentivar o aniquilamento dos enlatados, daqueles quadradinhos horrorosos, como se chamam mesmo? Caldo em cubos! não citarei marcas porque é feio. Em pó! Que seja! Todas essas porcarias industrializadas que até hoje a gente tem de aturar e baixar a cabeça. Uf... e deu a oportunidade aos americanos de provarem comida.

O que torna interessante e com ritmo é a atuação de Meryl Streep, e teria ficado ainda melhor se fosse só ela encenando Julia Child, uma mulher cheia de vida e intensa, despreocupada, alegre - diria COLORIDA. Não li o livro de Julie Powell no qual o filme foi baseado, só sei que o efeito foi choco. A diretora(Nora Ephrom)teve presença de espírito ao fazer suas opções de mesclar as vidas das duas e não só contar a história de Julie blogueando. Deu movimento.
Nada contra a moça, que saiu testando e blogando todas as receitas do livro 'Mastering the Art of French Cooking' de Julia, muito ao contrário e até porque somos colegas de hobbies afinal: eu blogo, tu blogas, ele bloga... Blog é coisa de quem não tem o que fazer... (tsc tsc! Que foi??? Nada pra fazzer é bom! Olha o ócio criativo)
Mas achei estranho, tive vontade de ir embora da sala de cinema. Julie parece viver à sombra de Julia... Bah! Enfim, assista mesmo assim. Não vá com fome, que a boca vira um rio mesmo. Ou vá e faça como eu, que na saída deu uma passada na feira mais próxima e assim exercite a criatividade, o ato de cozinhar para você mesmo, chame alguém pra fazer companhia, comer sozinho é triste. Vale as receitas, a fotografia na frança e... tudo bem...

(...)Tudo bem, vá... Não é assim de todo mal, o filme me rendeu inspiração, cozinhei para meu namorado, enfim... Despertou algo de bom. Aí está:

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E Julia Child na vera... (a voz é ótima!!kkk! Dona Meryl fez direitinho) Fazendo um omelete. Não pense que omelete é tão simples assim, quero dizer, é simples. Mas não é geralmente o que todo mundo pensa que é. O clássico é esse aí mesmo:


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Junto a ele vem um monte de outros vídeos dela...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sergi (Arola), só você...

Arola Vintetres...(Espanhol com nacional?)

Com uma vista simplesmente arrebatadora de São Paulo é esse o nome do mais novo restaurante aberto no Tivoli São Paulo Mofarrej, no 23° andar. Comandado por Sergi Arola, chef espanhol com merecidas 2 estrelas no guia 'Michlelin'(um de seus 4 restaurantes, o Arola Castro na capital espanhola, Madri), o Arola Vintetres será o primeiro na Amárica Latina a ser comandado por um chef estrelado.

O interessante na novidade é que a cozinha será logicamente de influêcias totalmente espanholas, mas mais informal(no que não creio, devido ao lugar e ao público a que se destina), com destaque aos deliciosos tapas, mas (aí o interessante!) com 80% da matéria-prima utilizada para a realização dos pratos será nacional. Aí sim, digo entusiasticamente: Ole!!!!
Segundo ele, não há razão para se importar tudo da Espanha. Concordo, e digo que daqui a alguns dias, vou eu mesma provar dos tapas. Posto aqui sem dúvidas. Tinha que vir alguém de fora para fazer algo assim. Ainda assim, que bom!

Azeite do coração.

Desempregada......................................................................
Nada para fazer, férias temporárias não previstas depois de três anos sem relaxar descentemente, o que um workaholic faz? A maioria das pessoas viajaria, Iria à praia tomar sol, pescar, mas não. Nããão. Faz-se uma revolução na mente que nao pára um segundo, se inicia uma busca aos cursos, onde ir, o que consumir, mesmo com a grana apertada, qual será a próxima empreitada, e para relaxar e por a cabeça no lugar, que seria melhor que um passeio pelos empórios, temperos, frutas frescas, pescados lindos. Se eu pudesse iria à Europa. Mediterrânea, claro. Conhecer o cerne da gastronomia clássica(França, romântica França) ou o nicho da gastronomia moderna(Espanha, morena, rústica, passional e hipnótica... minha paixão)

(...) Mas!! voltando à realidade, devaneios de lado, pensando em escolher um azeite, me vi encuralada, com uma enorme interrogação sobre a cabeça. Como escolher um azeite? (Em meio a rica variedade disponível hoje)



A oliveira é mais antiga que o homem, sua origem data do período neolítico possivelmente pertencente à região correspondente hoje à Síria ou Palestina, tendo começado a ser cultivada a mais de 5 mil anos no Egito, Creta e Palestina. Os gregos e romanos disseminaram-na e introduziram sua cultura pela região mediterrânea, dando ao azeite diversos usos, dependendo do número de prensagens das quais o óleo foi originado.
Da primeira prensagem das azeitonas, originava-se o alimento, da segunda era medicamento para feridas, emoliente para a pele, da terceira prensagem em diante, já servia como combustível para iluminação e lubrificante de ferramentas e engrenagens.
Só depois de muito tempo, os portugueses e espanhois trouxeram o azeite à América, durante as expedições marítimas.


Alimentação
Azeite faz maravilhas pela saúde, tem antioxidantes, protege o coração, reduz a incidência de câncer, enfim, é um 'conservante' natural. Pense no organismo como uma engrenagem... O azeite lubrifica todas as peças. Sorte nossa!
Pode ser consumido em tudo, até mesmo em doces, já vi um zabaione com azeite ir muito bem com uma salada de frutas(aconselho ler a matéria inteira antes de tentar, o azeite deve ser frutado, nada de usar um italiano amargo, com gosto de mato), com folhas, em legumes cozidos, e com um pãozinho trivial, crocante, no café da manhã em lugar da manteiga. (...)Acredito que há quem coma com farinha, sim, um dia eu testo.

Como escolher- Proves e saberás como agradar seu paladar!
Há uma imensa variedade de azeites, cada um se acomoda a determinado gosto. Amargos, frutados, picantes... Escolha o que melhhor se adapte ao uso, se para saladas, para doces, para por em cima de peixes de forno... Eu sou suspeita porque gosto de todos, capaz de beber puro. ;)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Não corte o Pão, Reparta(Fermentos Naturais)


No Domingo passado(ontem), realizei o hábito venerado, amado de milhões de pessoas aqui em SP(incluindo eu, a aculturada do nordeste): Ir a uma boa padaria e tomar um café da manhã de Domingo pleno, um bestiário de diferentes pãe, manteigas, geléias, requijões e frios, sucos, cafés...
Feliz, aguardando meu bom desjejum, olhava os pães bonitos, dourados todos arrumadinhos descansando em cestinhas forradas com panos brancos. Ele, o pão, seja o francês, o italiano, de forma, integral(meus preferidos, principalmente com frutas e nozes, só perde para o singelo francês), é o protagonista dessa cena.
Ao comer, me surpreendi. Onde estava aquela explosão de sabor dos pães que eu tanto adorava? Leve, crocante, saborosa, simples... com um gole de café preto era perfeito, atávico... Estava eu com a boca amarga? Seria aquela padaria? Procurei tomar água a fim de limpar a boca. E nada. Os pães estavam de fato, ruins.

Ao voltar frustrada para casa, cheguei a minha resposta. Era a minha boca, realmente, mas ela não estava amarga, estava perfeitamente bem, nas mais perfeita "cntp". Explico meu momento de epifania verdadeiro: Pois, como boa seguidora da minha carreira, procuro ouvir, experimentar, provar, madurar as idéias, provar novamente, madurar... E ando poraí provando muita coisa. Mas um hábito que se tornou novo a mim foi o de comer pães confeccionados com fermentos naturais, já que meu local de trabalho não permite nada que venha "de fora", tudo é fabricado lá, salvo alguns insumos de fabricação impraticável, como água de laranjeira, corantes, algumas essências necessárias(apesar de não concordar com a existência delas lá, mas enfim, pensando como comerciante, elas são necessárias certas vezes). Lá, o pão que tenho o hábito de beliscar todos os dias é feito com fermento natural, generosamente distribuído pelo responsável, o padeiro(um salve a ele, Christian Melshe... um nome alemão que não faço idéia de como se soletra!!) Da primeira vez que experimentei, achei uma sutil diferença, agradabilíssimo, era relamente muito melhor que os pãos comumente comprados em padarias. E fiz disso meu hábito: Jantar minhas saladas - teste, pão fresco e algumas vezes peixe(já que o lugar não oferece carne nem frango).

Pão, salada e peixe, pão salada e peixe, todos os dias, pão, salada e peixe.

Achando pouco, sequestrava(e sequestro) um ou dois pãezinhos para meu café da manhã do dia seguinte.
C.q.d.: Acostumei meu paladar ao que é bom. E o amargo que senti nos pãos da padaria foi o gosto residual de fermentos fabricados e do melhorador para pães, usado para conservar, suavizar, uniformizar a massa... Enfim, corrigir todos os defeitos característicos de uma fermentação de massa do pão feita "nas coxas", na pressa resulta. Principalmente para atender a uma demanda muito grande. Elas ajudam... Que se há de fazer. Mas repito... o pão perde uma de suas melhores qualidades: identidade.
Pão é vida, relamente. Fermentos naturais são vivos, tem feições, características únicas. O pão precisa de tempo, de calor certo, de umidade. Não se pode apressar alguém a crescer, não é mesmo? Ao menos não se deve, que resultado sai sempre com algo meio torto.

Com o tempo e com a sociedade do jeito que anda, começamos a consumir porcarias que nem percebemos, e ainda!(absurdo!) ...ainda evocamos um sonoro "huuuummmmmm", ao comer. Lamento informar, mas aquele gosto que não se sente, a não ser em sua ausência, é de químicos, entre fermentos, melhoradores e conservantes.

A ignorância é mesmo uma bênção até neste caso. Agora eu, pobre coitada, cozinheira que sou, não como mais aquele pãozinho de padaria. Prefiro comer uma vez por mês um bom pão a comer todos os dias um pão porcaria. Sim, porque ser natural, sem agrotóxicos, saudável agora é chique, está na moda e consequentemente é caríssimo(tiro as calças e piso em cima de raiva, que não creio!), virou coisa de gente abastada. A não ser nas cidadezinhas de interior da itália, Grécia, Espanha, talvez em algum recanto daqui mesmo, onde se come bem, mas bem de verdade, apesar de simples, come-se em qualidade nutricional e de sabor, sem os(des)saborisantes e (des)flavorisantes, completamente descaracterizantes.
Esse fato ainda se faz verdade em todos os outros pontos, café, pão, macarrão, pizza... O paladar se afia com o tempo. Não sei se é bom ou ruim. A mim é estritamente necessário perceber a safra, o ano da colheita do trigo usado na massa da quiche lorraine(risos!) talvez eu devesse ter continuado meu curso de biologia e seguir gostando de Mc Donalds e de Pizza da Sadia - ...embora eu nunca tenha gostado... Cunho meramente ilustrativo).

Para quem gosta da arte: MESTREPADEIRO@YAHOOGRUPOS.COM.BR
RECEITAS/TÉCNICAS/TROCA DE INFORMAÇÕES SOBRE RECEITAS EM GERAL

terça-feira, 10 de março de 2009

Troigros


(Póstumo, data real: 11/2007)

Numa noite de primavera, depois de viajar à cidade do Redentor, Rio, embora fosse Novembro, visito o Olympe.
Numa rua quieta, uma entrada charmosa e discreta, como não se poderia negar nas raízes do lugar, com uma certo requinte. Dentro, pelo que me lembre é agradável, não sei se pelos tons de bege claro e vinho... Ou será que vinho era a cor da blusa da Pâmela, um dos meus acompanhantes?
Desconfiada, fiz os pedidos à procura daquele cuidado que se tem nos pratos franceses na essência.
Pedi o cherne com bananas ao molho de passas. Peixe com banana... Tipicamente indígena e sob a máscara franca.
O peixe sobre um sustentáculo das bananas d´água se desfazia na boca, os sabores se misturavam perfeitamente, doce salgado, ácido, macio crocante... se equilibrava, completando-se, textura, sabor e apresentação perfeitos, como nunca tinha provado em lugar algum que tivesse ido.
Uma cortesia da casa foi feita em veio um risoto com pipoca de arroz levemente perfumado com azeite de trufas brancas. Novamente: textura, cores, sabor perfeitos de todos os componentes.
De sobremesa, uma cheesecake com base leve, um daccoise, entremeio de creme de queijo suave, cobertura de goiabas em compota muito delicada, feita em pétalas, a calda brilhava, não era 'melada', pouco doce, nada parecido com aquelas que vem com quase um torrão de goiabada. Nada estravagante, nada saindo da linha, eu pensava: "como pode isso???" à medida que provava cada prato.
Ainda pedi um late harvest maravilhoso. Infelizmente não recordo agora, tão absorvida estava para detectar como funcionava aquilo tudo, mas lembro sim, que a carta de vinhos é impecável.

Na época ainda era estudante de gastronomia e saí de lá com os bolsos raspados, espremidos até o bagaço... Mas extasiada, maravilhada, a ponto de na outra semana salgava o que não costumava salgar, desapimentava o que costumava apimentar, mudava os tempos de cocção que costumava usar, tudo para chegar aquele resultado, buscando aquela miríade de sabores que se fez naquele lugarzinho cheio de personalidade. Era simples, mas era delicadíssimo. Aí está o que me fascina: Simplicidade, equilíbrio, delicadeza.
O chef já me agradava pela personalidade, daí, provei ao vivo os resultados de seu trabalho. Admiro pela sagacidade, pela criatividade. Sua comida tem cor... Tem vida. E o que é nosso trabalho se não espectros refletidos de nós mesmos, materializados? E me derramo em elogios nada tendenciosos, porque costumo ter a língua afiada. Mas essa análise me arrebatou.

Foi um luxo que custou bem caro ao meu humilde bolso estudante, mas me valeu a pena.
Até hoje, posso dizer que foi onde melhor comi. Até hoje... Porque espero me encantar mais mil vezes, claro.

terça-feira, 3 de março de 2009

Uma nova bíblia


...Da pastelaria e padaria...
Andando poraí, se enfiando em livrarias e sebos é possível achar muita coisa interessante. Uma boa aquisição(nova, portanto, só encontrada em livrarias) é esse pequeno livrinho, singelo... Dentro dele há um caleidoscópio de informações que faz girar a cabeça de qualquer amante aficcionado da gastronomia, ainda mais as formigas loucas por doces e pães, quase deixando zonzo, hipnotizado. Foi difícil não fazer uma loucura de trasnsição de um mês para outro e não pagar um preço(não tão salgado, visando o custo-benefício) de R$151, 90. Saí lá forçando as pernas a não voltar, tentando convencê-las a só voltar estando todas as contas do mês pagas.
Técnicas e explicações das reações e 'por ques' do que é melhor fazer, de um jeito e de outro, contendo ainda os insumos de algumas muitas receitas e suas respectivas técnicas de cocção.
É de apaixonar os macarrons, sorbets e sorvetes, ainda alguns pães e técnicas mais recentes. É diferente do que sempre fiz, e olha que modestamente(ou não, acredite se quiser), faço bem. Pode ficar melhor, como não poderia deixar de ser, sempre há onde melhorar...
Só o uso de estabilizantes, emulsificantes contraria os mais conservadores, mas enfim... Se faz necessário em algumas ocasiões(não, na maioria, mas como se sabe, barateia, prolonga, melhora, suaviza, umecta, etc...)
De Michel Suas, lançamento recente, capa dura muito bem ilustrado, fotos lindas. Vale (muito) ter na sua biblioteca.
Advanced Bread and Pastry - Suas, Michel. Inglês.
(Na Livraria Cultura, pelo preço citado, mas é possível encontrar pela internet)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

(OCTAVIO)

...Ok, chega de enrolação, com o tempo a "casa" vai sendo reformada enquanto eu já estou nela, respirando, movimentando.

Minha "primeira" parada é no Octavio café, uma grande cafeteria, com serviços de almoço, happy hour e salão de eventos e "chás" da tarde e salão de pequenas conferências e reuniões(localização suspeita, não haveria melhor cartada, muito bem aplicado)




Logo que entrei uma jovem com trajes que remetem a dec. 20 me recebeu com um sorriso educado e largo. Adentrando o salão enorme, vejam só, eles disponibilizam internet wireless e caixinhas de som ajustadas às poltronas para conectar a iPods. Moderno e antigo... Velho café, modernos acessórios. Interessante.
O atendimento foi bom, rápido.
Pedi, tendenciosa e gulosa que sou, um petit plateau,um café(nacional originado na fazenda de propriedade deles, em Pedregulho) acompanhado de diversos 'petit fours', paleta que envolvia limão, chocolate, nozes e uma duas tuilles bem grandes de amêdoas, tudo muito delicado. Lembrei imediatamente da década de 30 ou 40, senhoras a conversar enquanto bebericavam, solenemente seus cafés com alguns docinhos servidos em platôs de cristal decorado, o que é estranho porque o ambiente é mesmo moderno.

O café é muito bom, tem aquela espuma cremosa na superfície que só mãos bem trienadas conseguem extrair, e que guarda ali naquela pequena xícara, quentinhos os aromas e o 'Flavor' do café, que deve ser consumido sem açúcar, pode arriscar e não se arrependerá. Não cometa a heresia de adoçá-lo.

Pela manhã, o desjejum é composto de uma variedade de pães novinhos, clássicos, acompanhados de geléia, manteiga e queijo cremoso... e sim! Mel.
Serve-se no almoço saladas, quiches, etc, coisas a maneira dos bistrôs, afinal, apesar de grande, ainda é uma cafeteria.
O Octavio fica aberto da manhã à noite, sempre com serviço adequado aos horários que entremeiam esse espaço de tempo, incluindo happy hour.
O preço é salgado, mas para os amantes de café... é suportável (e suportável com prazer).
E antes que eu esqueça... Cecília Megumi Sanada da Octavio Café, foi vencedora da etapa Paulista do Campeonato Brasileiro de Baristas, ano passado. ;)
Um passeio que me encucou... Porque café lembra aconchego, casa, boas conversas. E lá é bem moderno... E ainda assim, consegue fazer com que você se sinta... Em clima de Café.
Fica em Pinheiros, Na Faria Lima, 2996

P.S.: Add ons
Ainda, o Octavio tem responsabilidades sociais e ambientais, para quem se interessar(a mim é - muito - válido):

sábado, 24 de janeiro de 2009

Iniciando

Olá!
Começo este blog apenas pelo prazer despropositado de passear poraí e comer em lugares que cruzam meu caminho, pequenos, grandes, etnicos, botecos, coxinha, sobremesa... pareceu bom, eu vou lá, analiso tudo e repasso para vocês, com todo amor e carinho(e um tanto de necessidade de soltar o verbo)

Pela minha paixão pela arte de criar, de saborear criações, desse simples prazer tão importate e tão antigo quanto a vida: Comer. Comer sozinho, acompanhado, em reuniões. E a satisfação de fazer alguém comer bem.

As primeiras três paradas e mais algumas já aconteceram, Não deixarei de postar aqui. Valem à pena. Enquanto isso tento acoplar aqui uma segmentação, edição, correlação e seções compreensíveis e consisas.
Senhores chefs, proprietários e sócios... é um prazer imenso.